Ouvidoria da Mulher inicia agenda institucional com encontro no CNJ

A Ouvidoria Nacional da Mulher da OAB deu início, nesta terça-feira (17/6), a um ciclo de visitas institucionais a órgãos do Sistema de Justiça, com início pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A ação foi conduzida pela ouvidora nacional da Mulher da OAB, Wirna Rodrigues Cruz Aragão, com o objetivo de ampliar o diálogo sobre o papel estratégico das ouvidorias no atendimento qualificado às demandas institucionais e da sociedade.

A reunião foi articulada pelo conselheiro do CNJ Marcello Terto, um dos representantes da advocacia no colegiado. O encontro teve como foco o diálogo institucional e o desenvolvimento de ações conjuntas entre ouvidorias, com ênfase na escuta ativa, na promoção de políticas públicas e na resolução não judicializada de demandas.

Durante a reunião, Katianne Wirna comunicou sua recondução ao cargo e apresentou as diretrizes que nortearão sua nova gestão. Ela também reforçou a importância da aproximação entre as Ouvidorias da Mulher da OAB e do CNJ. A conselheira Renata Gil, ouvidora da Mulher do CNJ, foi representada pela assessora Mariana Turíbio, que demonstrou abertura ao diálogo proposto.

“A iniciativa reforça o compromisso das ouvidorias com a promoção da transparência, o fortalecimento dos canais de escuta e a busca por respostas eficazes às necessidades da sociedade, com especial atenção à garantia dos direitos das mulheres”, disse Katianne Wirna.

Na oportunidade, Marcello Terto destacou desafios estruturais enfrentados pelas ouvidorias, como a padronização dos canais de recebimento de manifestações, a necessidade de melhorar a comunicação interna e o acompanhamento eficaz das demandas dirigidas aos tribunais. Ele também apontou o papel das ouvidorias na promoção de práticas extrajudiciais de resolução de conflitos.

Entre os encaminhamentos do encontro, foi sugerida a celebração de um termo de cooperação entre as Ouvidorias da OAB e do CNJ, voltado ao tratamento conjunto de demandas correlatas. Também foi discutida a possível adesão da OAB à Rede Nacional de Ouvidorias (Renouv), com base em boas práticas já consolidadas.

 

A Ouvidoria Nacional da Mulher da OAB deu início, nesta terça-feira (17/6), a um ciclo de visitas institucionais a órgãos do Sistema de Justiça, com início pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A ação foi conduzida pela ouvidora nacional da Mulher da OAB, Wirna Rodrigues Cruz Aragão, com o objetivo de ampliar o diálogo sobre o papel estratégico das ouvidorias no atendimento qualificado às demandas institucionais e da sociedade.A reunião foi articulada pelo conselheiro do CNJ Marcello Terto, um dos representantes da advocacia no colegiado. O encontro teve como foco o diálogo institucional e o desenvolvimento de ações conjuntas entre ouvidorias, com ênfase na escuta ativa, na promoção de políticas públicas e na resolução não judicializada de demandas.Durante a reunião, Katianne Wirna comunicou sua recondução ao cargo e apresentou as diretrizes que nortearão sua nova gestão. Ela também reforçou a importância da aproximação entre as Ouvidorias da Mulher da OAB e do CNJ. A conselheira Renata Gil, ouvidora da Mulher do CNJ, foi representada pela assessora Mariana Turíbio, que demonstrou abertura ao diálogo proposto.“A iniciativa reforça o compromisso das ouvidorias com a promoção da transparência, o fortalecimento dos canais de escuta e a busca por respostas eficazes às necessidades da sociedade, com especial atenção à garantia dos direitos das mulheres”, disse Katianne Wirna.Na oportunidade, Marcello Terto destacou desafios estruturais enfrentados pelas ouvidorias, como a padronização dos canais de recebimento de manifestações, a necessidade de melhorar a comunicação interna e o acompanhamento eficaz das demandas dirigidas aos tribunais. Ele também apontou o papel das ouvidorias na promoção de práticas extrajudiciais de resolução de conflitos.Entre os encaminhamentos do encontro, foi sugerida a celebração de um termo de cooperação entre as Ouvidorias da OAB e do CNJ, voltado ao tratamento conjunto de demandas correlatas. Também foi discutida a possível adesão da OAB à Rede Nacional de Ouvidorias (Renouv), com base em boas práticas já consolidadas. 

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