A 1ª Conferência Nacional de Interiorização da Advocacia prosseguiu, nesta sexta-feira (8/5), em Cuiabá (MT), com uma programação voltada à capacitação profissional e ao debate de temas estratégicos para a atuação de advogados e advogadas fora dos grandes centros urbanos.
Durante a manhã, especialistas e dirigentes do Sistema OAB conduziram painéis sobre prerrogativas, honorários, publicidade, empreendedorismo jurídico, gestão de escritórios, inteligência artificial, oratória, estratégia jurídica e acesso à Justiça, com foco no fortalecimento institucional e na valorização da advocacia que atua no interior do país.
Prerrogativas e valorização das subseções
No painel dedicado às prerrogativas, o procurador nacional de Prerrogativas do Conselho Federal da OAB, Alex Sarkis, destacou o papel estratégico das subseções no atendimento imediato à advocacia. “É preciso valorizar as próprias subseções, porque são as subseções que tocam a vida do advogado no Brasil inteiro de forma imediata. É o nosso Samu, o socorro imediato”, afirmou.
O presidente da Comissão Nacional de Defesa das Prerrogativas e Valorização da Advocacia, Pedro Paulo Medeiros, ressaltou que as prerrogativas profissionais não representam benefícios corporativos, mas garantias essenciais para a defesa da cidadania. “As prerrogativas da advocacia não são privilégios da classe, mas verdadeiras ferramentas de cidadania, que garantem à população voz, vez e acesso efetivo aos seus direitos perante o Estado”, disse.
Pedro Paulo Medeiros também chamou atenção para a realidade enfrentada por advogados e advogadas que atuam em pequenas comarcas, onde o receio de desgaste com autoridades locais pode comprometer o exercício profissional. “Muitas vezes, o advogado ou a advogada que exige o respeito às prerrogativas acaba ficando isolado naquele ambiente institucional”, observou. Segundo ele, esse cenário reforça a importância de “um sistema de prerrogativas forte, atuante e presente, tanto em âmbito estadual quanto nacional”.
Também participou do painel a vice-presidente da OAB-SP, Daniela Magalhães. A mesa foi presidida pelo secretário-geral adjunto da OAB-DF, Pedro Ivo Rodrigues Velloso, com relatoria de Luiz Renê Gonçalves, secretário-geral, corregedor-geral e coordenador estadual de Interiorização da OAB-MS, e secretaria de Kamila Michiko Teischmann, conselheira federal e procuradora adjunta de Prerrogativas do Conselho Federal.
Empreendedorismo jurídico e gestão de escritórios
No painel sobre empreendedorismo jurídico e gestão de escritórios, o coordenador nacional de Comissões, Procuradorias e Projetos Estruturantes do CFOAB, Rafael Horn, ressaltou a importância do planejamento para transformar projetos profissionais em realidade.
“A principal diferença entre um empreendedor e um sonhador reside na capacidade do empreendedor de transformar sonhos em realidade. Contudo, o percurso entre o sonho e a concretização é dependente de planejamento”, disse.
Horn observou que o ensino jurídico brasileiro ainda não prepara adequadamente os bacharéis para a gestão de seus próprios escritórios e explicou que o painel buscou apresentar ferramentas práticas para impulsionar os negócios jurídicos. “Abordamos temas como a criação de redes de contatos, a análise do mercado local, o estabelecimento de um bom relacionamento institucional e o uso da inteligência artificial”, acrescentou.
Também participaram do debate a presidente da Comissão Especial de Governança e Apoio Jurídico às Micro e Pequenas Empresas, Andréia Dota Vieira, e o presidente da Comissão Nacional de Sociedades de Advogados, Carlos Augusto Monteiro Nascimento. A mesa foi presidida pela conselheira federal Adriana Tanssini, com relatoria de Paulo Henrique Oliveira Nascimento, coordenador estadual de Interiorização da OAB-MG, e secretaria de Jonas Diego Nascimento, coordenador estadual de Interiorização da OAB-AP.
Acesso à Justiça e políticas de interiorização
No painel sobre acesso à Justiça e políticas de interiorização, o conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Ulisses Rabaneda, destacou que o maior desafio para o fortalecimento da primeira instância está na estruturação das unidades judiciárias.
“A presença de servidores capacitados em todas as comarcas e de magistrados em todas as varas judiciais representa o principal desafio”, afirmou.
Na mesma mesa, o procurador nacional adjunto de Prerrogativas do CFOAB, Cássio Lisandro Telles, defendeu a necessidade de aproximação entre magistrados e jurisdicionados. “Não é possível imaginar a Justiça do interior do país com um juiz distante. O juiz tem que estar próximo do cidadão”, declarou.
Também participou do painel a secretária-geral da OAB-GO, Talita Hayasaki. A mesa foi presidida por Cristiano Pizzatto, presidente da 25ª Subseção da OAB-MT, com relatoria de Marcus Ribeiro, tesoureiro adjunto da OAB-AL, e secretaria de Jessyca Nagano Bezerra, presidente da 29ª Subseção da OAB-MT, em Paranatinga.
Outros painéis da manhã
A programação da manhã também contou com debates sobre honorários, publicidade na advocacia, advocacia do futuro, gestão de escritórios, oratória jurídica e estratégia jurídica, reunindo dirigentes do Sistema OAB, conselheiros federais, coordenadores estaduais de interiorização, presidentes de subseções e especialistas de diversas áreas.
No painel “Honorários”, presidido pelo conselheiro federal do CFOAB Breno Miranda, com relatoria de Thalia Pena, coordenadora estadual de Interiorização da OAB-RO, e secretaria de Ethiene Brandão, presidente da 22ª Subseção de Primavera do Leste (MT), participaram Bitto Pereira, presidente da OAB-MS; Daniela Borges, presidente da OAB-BA; e Núbia de Paula, vice-presidente da OAB-MG.
O painel “Publicidade – O que pode e o que não pode?” foi presidido por Erinaldo Dantas Filho, presidente do Conselho Gestor do Fundo de Integração e Desenvolvimento Assistencial dos Advogados (Fida), com relatoria de Carlos Alberto Medauar, coordenador estadual de Interiorização da OAB-BA, e secretaria de Mateus Eduardo de Siqueira Paese, presidente da 4ª Subseção de Diamantino (MT). Participaram Alynne Patrício, conselheira federal e presidente da Comissão Especial de Estudo sobre Cibersegurança e Crimes Virtuais; Greice Stocker, conselheira do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP); e Antônio Luiz Ferreira, presidente do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB-MT.
No painel “Advocacia do Futuro”, a presidência foi de Patricia Landers, coordenadora do Colégio de Presidentes de Subseções da OAB-DF e presidente da Subseção de São Sebastião (DF), com relatoria de Paula Victória Pontes Belmino, coordenadora-adjunta da Coordenação Nacional de Interiorização da Advocacia para a Região Norte, e secretaria de Nadielly Garbin Feitosa, presidente da 5ª Subseção de Várzea Grande (MT). Foram palestrantes Vinicius Lemos, vice-diretor-geral da Escola Superior de Advocacia Nacional; Danniel Alves Costa, presidente da OAB-SE; e Clarissa Bottega, presidente da Comissão de Direito de Família da OAB-MT.
O painel “Gestão de Escritório I” foi presidido por Carla Alexandra Guerra, presidente da 17ª Subseção de Sorriso (MT), com relatoria de André Campos, coordenador estadual de Interiorização da OAB-RN, e secretaria de Maurytania Bauermeister, presidente da 23ª Subseção de Campo Verde (MT). Participaram Fabio Capilé, presidente do IAMAT; Talitha Laila, conselheira estadual da OAB-MT; e Herta de Souza, vice-presidente da Comissão Nacional da Mulher Advogada.
No painel “Oratória Jurídica”, a presidência coube a Elisângela Azeredo, presidente da 26ª Subseção de Comodoro (MT), com relatoria de Rafael Teixeira Martins, coordenador estadual de Interiorização da OAB-DF, e secretaria de Luana Costa Lico, presidente da 27ª Subseção de Vila Rica (MT). As exposições foram conduzidas por Guilherme Miziara, professor de Comunicação e Negociação; Claudia Prudêncio, conselheira federal; e Fábio Brandt, consultor de Comunicação Estratégica e Gestão de Reputação.
O painel “Estratégia Jurídica” teve como presidente Wanessa Correia Franchini Vieira, presidente da 10ª Subseção de Tangará da Serra (MT), relatoria de Brunno Alves Dória, coordenador estadual de Interiorização da OAB-SE, e secretaria de Alinor Sena Rodrigues, presidente da 15ª Subseção de Pontes e Lacerda (MT). Participaram Carlos André, presidente da Comissão Especial de Direito e Literatura; Inácio Alencastro, presidente da Comissão Especial de Compliance; e Carolina Amorim, especialista em Educação Emocional e PNL Consciencial.
A programação segue na tarde desta sexta-feira com discussões sobre advocacia extrajudicial, recuperação judicial, marketing digital e novos nichos de mercado, além de painéis voltados a áreas como Direito do Agronegócio, Direito Ambiental, Direito do Trabalho, advocacia criminal, Direito Tributário e Direito Previdenciário. Também estarão em pauta o papel das Ouvidorias no fortalecimento da advocacia do interior e os desafios éticos da atuação fora dos grandes centros.
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A 1ª Conferência Nacional de Interiorização da Advocacia prosseguiu, nesta sexta-feira (8/5), em Cuiabá (MT), com uma programação voltada à capacitação profissional e ao debate de temas estratégicos para a atuação de advogados e advogadas fora dos grandes centros urbanos.Durante a manhã, especialistas e dirigentes do Sistema OAB conduziram painéis sobre prerrogativas, honorários, publicidade, empreendedorismo jurídico, gestão de escritórios, inteligência artificial, oratória, estratégia jurídica e acesso à Justiça, com foco no fortalecimento institucional e na valorização da advocacia que atua no interior do país.Prerrogativas e valorização das subseçõesNo painel dedicado às prerrogativas, o procurador nacional de Prerrogativas do Conselho Federal da OAB, Alex Sarkis, destacou o papel estratégico das subseções no atendimento imediato à advocacia. “É preciso valorizar as próprias subseções, porque são as subseções que tocam a vida do advogado no Brasil inteiro de forma imediata. É o nosso Samu, o socorro imediato”, afirmou.O presidente da Comissão Nacional de Defesa das Prerrogativas e Valorização da Advocacia, Pedro Paulo Medeiros, ressaltou que as prerrogativas profissionais não representam benefícios corporativos, mas garantias essenciais para a defesa da cidadania. “As prerrogativas da advocacia não são privilégios da classe, mas verdadeiras ferramentas de cidadania, que garantem à população voz, vez e acesso efetivo aos seus direitos perante o Estado”, disse.Pedro Paulo Medeiros também chamou atenção para a realidade enfrentada por advogados e advogadas que atuam em pequenas comarcas, onde o receio de desgaste com autoridades locais pode comprometer o exercício profissional. “Muitas vezes, o advogado ou a advogada que exige o respeito às prerrogativas acaba ficando isolado naquele ambiente institucional”, observou. Segundo ele, esse cenário reforça a importância de “um sistema de prerrogativas forte, atuante e presente, tanto em âmbito estadual quanto nacional”.Também participou do painel a vice-presidente da OAB-SP, Daniela Magalhães. A mesa foi presidida pelo secretário-geral adjunto da OAB-DF, Pedro Ivo Rodrigues Velloso, com relatoria de Luiz Renê Gonçalves, secretário-geral, corregedor-geral e coordenador estadual de Interiorização da OAB-MS, e secretaria de Kamila Michiko Teischmann, conselheira federal e procuradora adjunta de Prerrogativas do Conselho Federal.Empreendedorismo jurídico e gestão de escritóriosNo painel sobre empreendedorismo jurídico e gestão de escritórios, o coordenador nacional de Comissões, Procuradorias e Projetos Estruturantes do CFOAB, Rafael Horn, ressaltou a importância do planejamento para transformar projetos profissionais em realidade.“A principal diferença entre um empreendedor e um sonhador reside na capacidade do empreendedor de transformar sonhos em realidade. Contudo, o percurso entre o sonho e a concretização é dependente de planejamento”, disse.Horn observou que o ensino jurídico brasileiro ainda não prepara adequadamente os bacharéis para a gestão de seus próprios escritórios e explicou que o painel buscou apresentar ferramentas práticas para impulsionar os negócios jurídicos. “Abordamos temas como a criação de redes de contatos, a análise do mercado local, o estabelecimento de um bom relacionamento institucional e o uso da inteligência artificial”, acrescentou.Também participaram do debate a presidente da Comissão Especial de Governança e Apoio Jurídico às Micro e Pequenas Empresas, Andréia Dota Vieira, e o presidente da Comissão Nacional de Sociedades de Advogados, Carlos Augusto Monteiro Nascimento. A mesa foi presidida pela conselheira federal Adriana Tanssini, com relatoria de Paulo Henrique Oliveira Nascimento, coordenador estadual de Interiorização da OAB-MG, e secretaria de Jonas Diego Nascimento, coordenador estadual de Interiorização da OAB-AP.Acesso à Justiça e políticas de interiorizaçãoNo painel sobre acesso à Justiça e políticas de interiorização, o conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Ulisses Rabaneda, destacou que o maior desafio para o fortalecimento da primeira instância está na estruturação das unidades judiciárias.“A presença de servidores capacitados em todas as comarcas e de magistrados em todas as varas judiciais representa o principal desafio”, afirmou.Na mesma mesa, o procurador nacional adjunto de Prerrogativas do CFOAB, Cássio Lisandro Telles, defendeu a necessidade de aproximação entre magistrados e jurisdicionados. “Não é possível imaginar a Justiça do interior do país com um juiz distante. O juiz tem que estar próximo do cidadão”, declarou.Também participou do painel a secretária-geral da OAB-GO, Talita Hayasaki. A mesa foi presidida por Cristiano Pizzatto, presidente da 25ª Subseção da OAB-MT, com relatoria de Marcus Ribeiro, tesoureiro adjunto da OAB-AL, e secretaria de Jessyca Nagano Bezerra, presidente da 29ª Subseção da OAB-MT, em Paranatinga.Outros painéis da manhãA programação da manhã também contou com debates sobre honorários, publicidade na advocacia, advocacia do futuro, gestão de escritórios, oratória jurídica e estratégia jurídica, reunindo dirigentes do Sistema OAB, conselheiros federais, coordenadores estaduais de interiorização, presidentes de subseções e especialistas de diversas áreas.No painel “Honorários”, presidido pelo conselheiro federal do CFOAB Breno Miranda, com relatoria de Thalia Pena, coordenadora estadual de Interiorização da OAB-RO, e secretaria de Ethiene Brandão, presidente da 22ª Subseção de Primavera do Leste (MT), participaram Bitto Pereira, presidente da OAB-MS; Daniela Borges, presidente da OAB-BA; e Núbia de Paula, vice-presidente da OAB-MG.O painel “Publicidade – O que pode e o que não pode?” foi presidido por Erinaldo Dantas Filho, presidente do Conselho Gestor do Fundo de Integração e Desenvolvimento Assistencial dos Advogados (Fida), com relatoria de Carlos Alberto Medauar, coordenador estadual de Interiorização da OAB-BA, e secretaria de Mateus Eduardo de Siqueira Paese, presidente da 4ª Subseção de Diamantino (MT). Participaram Alynne Patrício, conselheira federal e presidente da Comissão Especial de Estudo sobre Cibersegurança e Crimes Virtuais; Greice Stocker, conselheira do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP); e Antônio Luiz Ferreira, presidente do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB-MT.No painel “Advocacia do Futuro”, a presidência foi de Patricia Landers, coordenadora do Colégio de Presidentes de Subseções da OAB-DF e presidente da Subseção de São Sebastião (DF), com relatoria de Paula Victória Pontes Belmino, coordenadora-adjunta da Coordenação Nacional de Interiorização da Advocacia para a Região Norte, e secretaria de Nadielly Garbin Feitosa, presidente da 5ª Subseção de Várzea Grande (MT). Foram palestrantes Vinicius Lemos, vice-diretor-geral da Escola Superior de Advocacia Nacional; Danniel Alves Costa, presidente da OAB-SE; e Clarissa Bottega, presidente da Comissão de Direito de Família da OAB-MT.O painel “Gestão de Escritório I” foi presidido por Carla Alexandra Guerra, presidente da 17ª Subseção de Sorriso (MT), com relatoria de André Campos, coordenador estadual de Interiorização da OAB-RN, e secretaria de Maurytania Bauermeister, presidente da 23ª Subseção de Campo Verde (MT). Participaram Fabio Capilé, presidente do IAMAT; Talitha Laila, conselheira estadual da OAB-MT; e Herta de Souza, vice-presidente da Comissão Nacional da Mulher Advogada.No painel “Oratória Jurídica”, a presidência coube a Elisângela Azeredo, presidente da 26ª Subseção de Comodoro (MT), com relatoria de Rafael Teixeira Martins, coordenador estadual de Interiorização da OAB-DF, e secretaria de Luana Costa Lico, presidente da 27ª Subseção de Vila Rica (MT). As exposições foram conduzidas por Guilherme Miziara, professor de Comunicação e Negociação; Claudia Prudêncio, conselheira federal; e Fábio Brandt, consultor de Comunicação Estratégica e Gestão de Reputação.O painel “Estratégia Jurídica” teve como presidente Wanessa Correia Franchini Vieira, presidente da 10ª Subseção de Tangará da Serra (MT), relatoria de Brunno Alves Dória, coordenador estadual de Interiorização da OAB-SE, e secretaria de Alinor Sena Rodrigues, presidente da 15ª Subseção de Pontes e Lacerda (MT). Participaram Carlos André, presidente da Comissão Especial de Direito e Literatura; Inácio Alencastro, presidente da Comissão Especial de Compliance; e Carolina Amorim, especialista em Educação Emocional e PNL Consciencial.A programação segue na tarde desta sexta-feira com discussões sobre advocacia extrajudicial, recuperação judicial, marketing digital e novos nichos de mercado, além de painéis voltados a áreas como Direito do Agronegócio, Direito Ambiental, Direito do Trabalho, advocacia criminal, Direito Tributário e Direito Previdenciário. Também estarão em pauta o papel das Ouvidorias no fortalecimento da advocacia do interior e os desafios éticos da atuação fora dos grandes centros.Confira a programação completaConfira todas as fotos no Flickr da OAB NacionalSaiba mais:Simonetti defende valorização da advocacia do interior na abertura de conferência nacional em Cuiabá
OAB – 37ª Subseção São João da Boa Vista