Rodrigo Badaró é eleito por unanimidade ouvidor nacional adjunto do CNJ

O conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Rodrigo Badaró foi eleito por unanimidade para o cargo de ouvidor nacional adjunto do órgão. A votação foi realizada nesta terça-feira (14/4), durante sessão do Plenário do CNJ.

“Assumo a Ouvidoria Nacional Adjunta com o compromisso de contribuir para o aprimoramento da escuta institucional do CNJ, sobretudo no tratamento de demandas que envolvem inteligência artificial e proteção de dados. A proposta é fortalecer respostas técnicas e integradas, alinhadas às novas exigências do Sistema de Justiça”, afirmou Badaró.

Badaró atuará em apoio ao ouvidor nacional, o conselheiro Marcello Terto, que ocupa uma das vagas da advocacia, especialmente no encaminhamento de demandas relacionadas à inteligência artificial e proteção de dados. Segundo ele, esses casos serão direcionados ao Comitê Nacional de Inteligência Artificial do Judiciário, o qual preside.

A Ouvidoria Nacional é o canal de comunicação direta entre o cidadão e o CNJ, responsável por receber sugestões, reclamações, denúncias e elogios sobre os serviços prestados pelo Judiciário. Também atua na articulação com as demais ouvidorias judiciais, no acompanhamento das demandas encaminhadas ao Conselho e na divulgação de dados estatísticos das manifestações recebidas.

 

O conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Rodrigo Badaró foi eleito por unanimidade para o cargo de ouvidor nacional adjunto do órgão. A votação foi realizada nesta terça-feira (14/4), durante sessão do Plenário do CNJ.“Assumo a Ouvidoria Nacional Adjunta com o compromisso de contribuir para o aprimoramento da escuta institucional do CNJ, sobretudo no tratamento de demandas que envolvem inteligência artificial e proteção de dados. A proposta é fortalecer respostas técnicas e integradas, alinhadas às novas exigências do Sistema de Justiça”, afirmou Badaró.Badaró atuará em apoio ao ouvidor nacional, o conselheiro Marcello Terto, que ocupa uma das vagas da advocacia, especialmente no encaminhamento de demandas relacionadas à inteligência artificial e proteção de dados. Segundo ele, esses casos serão direcionados ao Comitê Nacional de Inteligência Artificial do Judiciário, o qual preside.A Ouvidoria Nacional é o canal de comunicação direta entre o cidadão e o CNJ, responsável por receber sugestões, reclamações, denúncias e elogios sobre os serviços prestados pelo Judiciário. Também atua na articulação com as demais ouvidorias judiciais, no acompanhamento das demandas encaminhadas ao Conselho e na divulgação de dados estatísticos das manifestações recebidas. 

Sobre Antônio Sanchotene - Advogado

Advogado com atuação no Direito Digital, Cibersegurança, Consultoria LGPD e Holding Familiar. Sócio e Cofundador do escritório Paliares & Sanchotene Advogados Associados, escritório este com atuação nas esferas da Advocacia Preventiva e Contenciosa, além de oferecer Consultoria Jurídica LGPD e Compliance.

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