A Comissão Especial da Advocacia Multiportas realizou, na quinta-feira (21/5), reunião para discutir os impactos das transformações tecnológicas e institucionais na advocacia. Entre os temas debatidos estiveram inteligência artificial, desjudicialização, formação profissional e as diretrizes da cartilha da Advocacia Multiportas.
Durante o encontro, os integrantes destacaram que a Advocacia Multiportas amplia as possibilidades de atuação jurídica ao reconhecer que o processo judicial é apenas um dos caminhos possíveis para a solução de conflitos. A proposta busca estimular uma advocacia mais estratégica, preventiva e alinhada à complexidade das demandas contemporâneas.
A presidente da comissão, Eunice Schlieck, afirmou que a advocacia brasileira ainda opera sob uma lógica excessivamente litigiosa. “O advogado ainda não possui ampla abertura para utilizar meios consensuais, pois historicamente atua sob uma lógica predominantemente litigiosa”, disse.
Segundo os participantes, a abordagem multiportas amplia o papel do advogado na construção de soluções adequadas para cada caso, com foco em escuta qualificada, análise técnica e escolha consciente dos mecanismos mais apropriados para resolução de conflitos.
O colegiado também discutiu as chamadas sete portas de conexão da Advocacia Multiportas, metodologia que propõe uma compreensão mais ampla do cliente e do conflito a partir de dimensões racional, emocional, relacional, simbólica, social, contextual e existencial.
Outro ponto debatido foi o uso da inteligência artificial na advocacia. Os integrantes ressaltaram que as novas tecnologias podem otimizar procedimentos e ampliar possibilidades de atuação profissional, sem afastar a centralidade humana da atividade jurídica.
Ao final da reunião, os membros reforçaram que a Advocacia Multiportas representa uma mudança cultural na profissão, com incentivo a uma atuação mais colaborativa, preventiva e conectada às transformações da sociedade e do sistema de justiça.
A Comissão Especial da Advocacia Multiportas realizou, na quinta-feira (21/5), reunião para discutir os impactos das transformações tecnológicas e institucionais na advocacia. Entre os temas debatidos estiveram inteligência artificial, desjudicialização, formação profissional e as diretrizes da cartilha da Advocacia Multiportas.Durante o encontro, os integrantes destacaram que a Advocacia Multiportas amplia as possibilidades de atuação jurídica ao reconhecer que o processo judicial é apenas um dos caminhos possíveis para a solução de conflitos. A proposta busca estimular uma advocacia mais estratégica, preventiva e alinhada à complexidade das demandas contemporâneas.A presidente da comissão, Eunice Schlieck, afirmou que a advocacia brasileira ainda opera sob uma lógica excessivamente litigiosa. “O advogado ainda não possui ampla abertura para utilizar meios consensuais, pois historicamente atua sob uma lógica predominantemente litigiosa”, disse.Segundo os participantes, a abordagem multiportas amplia o papel do advogado na construção de soluções adequadas para cada caso, com foco em escuta qualificada, análise técnica e escolha consciente dos mecanismos mais apropriados para resolução de conflitos.O colegiado também discutiu as chamadas sete portas de conexão da Advocacia Multiportas, metodologia que propõe uma compreensão mais ampla do cliente e do conflito a partir de dimensões racional, emocional, relacional, simbólica, social, contextual e existencial.Outro ponto debatido foi o uso da inteligência artificial na advocacia. Os integrantes ressaltaram que as novas tecnologias podem otimizar procedimentos e ampliar possibilidades de atuação profissional, sem afastar a centralidade humana da atividade jurídica.Ao final da reunião, os membros reforçaram que a Advocacia Multiportas representa uma mudança cultural na profissão, com incentivo a uma atuação mais colaborativa, preventiva e conectada às transformações da sociedade e do sistema de justiça.
OAB – 37ª Subseção São João da Boa Vista