Representantes do Banco do Brasil participaram, nesta segunda-feira (17/8), da sessão do Conselho Pleno da OAB Nacional, em Brasília (DF), para apresentar a integração dos sistemas do banco com tribunais para processamento eletrônico de depósitos judiciais e alvarás. A solução já automatiza 87,3% dos pagamentos realizados na Justiça estadual e trabalhista e está sendo implantada em outros tribunais.
A apresentação foi conduzida pelo procurador nacional de Defesa das Prerrogativas do CFOAB, Alex Sarkis, que destacou os efeitos da automação para o exercício profissional. Com o processamento eletrônico, advogados podem acompanhar e receber valores sem a necessidade de comparecer presencialmente às agências bancárias, conforme o modelo adotado por cada tribunal. “A iniciativa reforça a atuação institucional da OAB na defesa das prerrogativas e na busca por soluções que contribuam para uma prestação jurisdicional mais eficiente, especialmente em procedimentos que impactam diretamente o exercício profissional e o acesso dos cidadãos aos valores reconhecidos pela Justiça”, afirmou.
Sarkis explicou que a interlocução entre a OAB e o Banco do Brasil foi estruturada para tratar de questões bancárias que afetam diretamente a advocacia, especialmente o pagamento de honorários e a liberação de alvarás. “Há algum tempo o Conselho Federal da OAB e o BB estabeleceram um ‘portal’ de comunicação para que pudéssemos evoluir com as questões bancárias relacionadas, principalmente, ao pagamento de honorários e à liberação de alvarás”, relatou.
O procurador nacional também chamou a atenção para as demandas recebidas pelas seccionais sobre depósitos judiciais. Ele orientou conselheiros federais e presidentes de seccionais a levar ao banco as dificuldades e particularidades de cada estado, permitindo que os problemas identificados localmente sejam discutidos diretamente com a área jurídica da instituição.
Automação dos pagamentos
O gestor de Depósitos Judiciais do Banco do Brasil, Silvio Costa, explicou que a integração permite conectar as informações dos processos judiciais ao sistema de depósitos e pagamentos do banco. “A solução de integração facilita a vida no dia a dia de todo mundo. Esse esquema de processos envolve a gestão de depósitos judiciais e a evolução do processo, que é fundamental”, afirmou, ao lado de representantes da Assessoria Jurídica da instituição.
Segundo Costa, 87,3% dos pagamentos realizados na Justiça estadual e trabalhista já são automatizados. O Banco do Brasil trabalha para levar o modelo aos tribunais que ainda não dispõem da integração.
A solução já está implantada no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), no TRF4, no TRF6, no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT). A implantação está em andamento no Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI), no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) e no Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3).
Confira todas as fotos no Flickr da OAB Nacional
Representantes do Banco do Brasil participaram, nesta segunda-feira (17/8), da sessão do Conselho Pleno da OAB Nacional, em Brasília (DF), para apresentar a integração dos sistemas do banco com tribunais para processamento eletrônico de depósitos judiciais e alvarás. A solução já automatiza 87,3% dos pagamentos realizados na Justiça estadual e trabalhista e está sendo implantada em outros tribunais.A apresentação foi conduzida pelo procurador nacional de Defesa das Prerrogativas do CFOAB, Alex Sarkis, que destacou os efeitos da automação para o exercício profissional. Com o processamento eletrônico, advogados podem acompanhar e receber valores sem a necessidade de comparecer presencialmente às agências bancárias, conforme o modelo adotado por cada tribunal. “A iniciativa reforça a atuação institucional da OAB na defesa das prerrogativas e na busca por soluções que contribuam para uma prestação jurisdicional mais eficiente, especialmente em procedimentos que impactam diretamente o exercício profissional e o acesso dos cidadãos aos valores reconhecidos pela Justiça”, afirmou.Sarkis explicou que a interlocução entre a OAB e o Banco do Brasil foi estruturada para tratar de questões bancárias que afetam diretamente a advocacia, especialmente o pagamento de honorários e a liberação de alvarás. “Há algum tempo o Conselho Federal da OAB e o BB estabeleceram um ‘portal’ de comunicação para que pudéssemos evoluir com as questões bancárias relacionadas, principalmente, ao pagamento de honorários e à liberação de alvarás”, relatou.O procurador nacional também chamou a atenção para as demandas recebidas pelas seccionais sobre depósitos judiciais. Ele orientou conselheiros federais e presidentes de seccionais a levar ao banco as dificuldades e particularidades de cada estado, permitindo que os problemas identificados localmente sejam discutidos diretamente com a área jurídica da instituição.Automação dos pagamentosO gestor de Depósitos Judiciais do Banco do Brasil, Silvio Costa, explicou que a integração permite conectar as informações dos processos judiciais ao sistema de depósitos e pagamentos do banco. “A solução de integração facilita a vida no dia a dia de todo mundo. Esse esquema de processos envolve a gestão de depósitos judiciais e a evolução do processo, que é fundamental”, afirmou, ao lado de representantes da Assessoria Jurídica da instituição.Segundo Costa, 87,3% dos pagamentos realizados na Justiça estadual e trabalhista já são automatizados. O Banco do Brasil trabalha para levar o modelo aos tribunais que ainda não dispõem da integração.A solução já está implantada no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), no TRF4, no TRF6, no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT). A implantação está em andamento no Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI), no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) e no Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3).Confira todas as fotos no Flickr da OAB Nacional
OAB – 37ª Subseção São João da Boa Vista