O presidente nacional da OAB, Beto Simonetti, e o procurador especial eleitoral da entidade, Sidney Neves, acompanharam, neste domingo (25/10), a totalização dos votos do segundo turno das Eleições Gerais de 2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A participação dá continuidade ao trabalho de fiscalização realizado pela Ordem desde a preparação das eleições, abrangendo diferentes etapas do sistema eletrônico de votação.
“A OAB acompanhou de perto as diferentes etapas das eleições, desde a preparação das urnas até a apuração dos votos. Estar presente nesse processo faz parte das nossas responsabilidades. É assim que a Ordem contribui para que a escolha dos brasileiros seja respeitada, sempre com independência e compromisso com a democracia”, afirmou Simonetti.
O presidente também destacou que o encerramento da disputa deve abrir espaço para o diálogo e para a superação das divisões políticas. “As eleições são o momento em que a sociedade manifesta suas diferentes visões sobre os rumos do país. Encerrada a votação, o respeito à decisão das urnas deve prevalecer sobre as divergências políticas. A democracia exige responsabilidade de todos e um compromisso permanente com as instituições e com o futuro do Brasil”, acrescentou.
Fiscalização Fiscalização ao longo do processo eleitoral
Reconhecida pela legislação como uma das entidades fiscalizadoras das eleições, a OAB pode acompanhar as diferentes fases do sistema eletrônico de votação, desde a preparação das urnas e dos programas utilizados no pleito até o processamento e a totalização dos resultados.
Esse trabalho começou meses antes da abertura das urnas. Em julho, o Conselho Federal criou o Observatório Nacional das Eleições Gerais, dando continuidade à experiência desenvolvida durante o pleito municipal de 2024. A iniciativa foi estruturada para monitorar de forma permanente as etapas das eleições e as questões relacionadas à integridade do processo.
Em setembro, a Ordem participou, no TSE, da cerimônia de assinatura digital e lacração dos sistemas que seriam utilizados nas Eleições 2026. O procedimento integra as etapas de verificação da integridade dos programas eleitorais.
A entidade também manteve interlocução com organismos internacionais. Em 30 de setembro, recebeu integrantes da Missão de Observação Eleitoral da Organização dos Estados Americanos (OEA), em reunião dedicada à análise do cenário eleitoral brasileiro. Entre os assuntos abordados estiveram a confiabilidade das urnas eletrônicas, os impactos da inteligência artificial, a disseminação de informações falsas e a necessidade de conciliar o enfrentamento à desinformação com a proteção à liberdade de expressão.
O presidente nacional da OAB, Beto Simonetti, e o procurador especial eleitoral da entidade, Sidney Neves, acompanharam, neste domingo (25/10), a totalização dos votos do segundo turno das Eleições Gerais de 2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A participação dá continuidade ao trabalho de fiscalização realizado pela Ordem desde a preparação das eleições, abrangendo diferentes etapas do sistema eletrônico de votação.“A OAB acompanhou de perto as diferentes etapas das eleições, desde a preparação das urnas até a apuração dos votos. Estar presente nesse processo faz parte das nossas responsabilidades. É assim que a Ordem contribui para que a escolha dos brasileiros seja respeitada, sempre com independência e compromisso com a democracia”, afirmou Simonetti.O presidente também destacou que o encerramento da disputa deve abrir espaço para o diálogo e para a superação das divisões políticas. “As eleições são o momento em que a sociedade manifesta suas diferentes visões sobre os rumos do país. Encerrada a votação, o respeito à decisão das urnas deve prevalecer sobre as divergências políticas. A democracia exige responsabilidade de todos e um compromisso permanente com as instituições e com o futuro do Brasil”, acrescentou.Fiscalização Fiscalização ao longo do processo eleitoralReconhecida pela legislação como uma das entidades fiscalizadoras das eleições, a OAB pode acompanhar as diferentes fases do sistema eletrônico de votação, desde a preparação das urnas e dos programas utilizados no pleito até o processamento e a totalização dos resultados.Esse trabalho começou meses antes da abertura das urnas. Em julho, o Conselho Federal criou o Observatório Nacional das Eleições Gerais, dando continuidade à experiência desenvolvida durante o pleito municipal de 2024. A iniciativa foi estruturada para monitorar de forma permanente as etapas das eleições e as questões relacionadas à integridade do processo.Em setembro, a Ordem participou, no TSE, da cerimônia de assinatura digital e lacração dos sistemas que seriam utilizados nas Eleições 2026. O procedimento integra as etapas de verificação da integridade dos programas eleitorais.A entidade também manteve interlocução com organismos internacionais. Em 30 de setembro, recebeu integrantes da Missão de Observação Eleitoral da Organização dos Estados Americanos (OEA), em reunião dedicada à análise do cenário eleitoral brasileiro. Entre os assuntos abordados estiveram a confiabilidade das urnas eletrônicas, os impactos da inteligência artificial, a disseminação de informações falsas e a necessidade de conciliar o enfrentamento à desinformação com a proteção à liberdade de expressão.
OAB – 37ª Subseção São João da Boa Vista